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terça-feira, 16 de junho de 2020

Exportações de suco de laranja continuam aquecidas

Os embarques brasileiros de suco de laranja mantiveram o ritmo forte em maio e somaram 998,8 mil toneladas equivalentes ao produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) nos 11 primeiros meses desta safra 2019/20, que começou em julho do ano passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados Citrus BR, entidade que representa as três maiores indústrias exportadoras do produto brasileiro (Citrosuco, Cutrale e Louis Dreyfus Company). O volume cresceu 16% em relação ao mesmo período do ciclo passado. A receita das vendas aumentou 3% na comparação, para US$ 1,7 bilhão.

Boa parte do avanço decorre do aquecimento da demanda, sobretudo na Europa, em meio à pandemia da covid-19. Prevalece entre os consumidores a sensação — não comprovada cientificamente — de que a vitamina C da laranja pode ser um escudo eficiente contra o novo coronavírus. O aumento das temperaturas do Hemisfério Norte também colabora para o incremento das vendas nesse período do ano.

Segundo a CitrusBR, as exportações para a União Europeia alcançaram 702,1 mil toneladas no intervalo, com alta de 27%. Essas vendas geraram US$ 1,2 bilhão em divisas, crescimento de 13% ante os 11 primeiros meses da temporada 2018/19. Para os EUA os embarques continuaram em queda, tendo em vista que os estoques do país estão elevados e são suficientes para atender ao aumento da demanda doméstica, que tem sido expressivo. O volume exportado caiu 18%, para 154,4 mil toneladas, e a receita recuou 25%, para US$ 248,6 milhões.
Para os principais destinos do suco de laranja na Ásia, as exportações continuam firmes. Para o Japão, somaram 52 mil toneladas de julho de 2019 a maio passado, 14% mais que no mesmo período do ciclo anterior, e renderam US$ 92,1 milhões, alta de 4%; para a China, foram 41,3 mil toneladas, um aumento de 37%, ou US$ 57,8 milhões, 4% menos por causa da retração dos preços médios.




Origem:: Valor-  Força Logística a Força do Brasil

Navio chega para dar um gás em Porto do Açu

Mesmo na pandemia, a geração de energia não pode parar. A fim de assegurar o funcionamento de duas termelétricas no Porto do Açu, atracou na sexta-feira no terminal o navio BW Magna. A embarcação, que ficará parada no local, vai transformar o gás natural liquefeito (GNL) importado por navios da forma líquida para a gasosa.

O GNL será usado na geração de energia elétrica em duas termelétricas: a GNA I, com 1.338 megawatts (MW) de capacidade - que, com cerca de 96% das obras concluídas, deve entrar em operação no início de 2021 -, e a GNA II com 1.672MW Covid-19, além do uso de equipamentos de proteção, o número de trabalhadores e técnicos envolvidos, que ainda será construída. Ambas estão no complexo do Porto do Açu.

Por causa da pandemia de  na atracação foi reduzido ao máximo.

O projeto das duas termelétricas e do Terminal GNL, que inclui o navio que ficará atracado no local, é da GNA, empresa formada pela Prumo Logística, operadora do Porto do Açu, a BP e a Siemens. De acordo com a GNA, a embarcação tem capacidade de regaseificar até 21 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.



Origem: O Globo Força Logística a Força do Brasil.

Porto de Vitória promove volta do credenciamento presencial

O serviço de Cadastramento e Credenciamento de acesso de Pessoas e Veículos do Porto de Vitória (CCPV) recomeça nesta quarta-feira (10). A retomada do atendimento presencial será realizada com rigorosos critérios, segundo a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).

O atendimento será realizado na Portaria Avançada de Capuaba, seguindo a ordem de chegada, e não será permitida aglomeração de pessoas. Para flexibilizar e evitar demora, o serviço funcionará dia e noite, com dois intervalos: de 12h às 13h e das 21h às 22h. Há mais de dois meses o atendimento presencial estava suspenso por conta das recomendações de prevenção ao coronavírus e readequação do novo formato de recepção das pessoas que necessitam acessar os terminais portuários.



Origem: Portos e Navios - Força Logística a Força do Brasil.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Oferta bilionária do BNDES testa apetite por Petrobras


    Oferta bilionária do BNDES testa apetite por Petrobras


Vinícius Andrade, Sabrina Valle e Felipe Marques
05/02/2020 11h32
encurtador.com.br/ltBM0


(Bloomberg) -- A Petrobras está começando esta década da mesma maneira que iniciou a última: com uma oferta de ações altamente aguardada pelos investidores. As semelhanças param por aí.
Em 2010, a Petrobras era uma potência do petróleo em expansão, com ambições de mais do que dobrar a produção e consolidar seu monopólio com uma enorme descoberta offshore. Em 2020, é uma empresa que foi arranhada por escândalos e que nunca chegou perto de atingir sua meta de produção para o final da década. Há dez anos, o governo brasileiro usou uma oferta recorde de ações para aumentar sua fatia na companhia. Agora, o BNDES está vendendo ações da Petrobras, à medida que o governo e a estatal se desfazem de ativos.
O BNDES venderá até 734,2 milhões de ações ordinárias, incluindo o lote adicional, em oferta secundária, cujo preço por ação deve ser definido hoje. As ações, equivalentes a quase 10% do capital votante da empresa, valem até R$ 22,6 bilhões (US$ 5,3 bilhões) com base no preço de fechamento do papel na terça-feira. É a maior venda de ações no Brasil desde a oferta de US$ 70 bilhões da Petrobras em 2010.
Embora a empolgação em torno da petroleira estatal tenha esfriado desde então, alguns gestores argumentam que agora é uma empresa muito mais saudável para se investir. O caixa das operações quase dobrou, mesmo com a Petrobras vendendo ativos, e a empresa não está mais perdendo dinheiro subsidiando o preço doméstico da gasolina. As ações ordinárias são negociadas a cerca de 10,5 ??vezes o lucro estimado, em comparação com um múltiplo de 8,5 vezes em 2010.
"É um momento bastante diferente para a Petrobras", disse André Ribeiro, gestor da Brasil Capital, que tem cerca de R$ 8 bilhões sob gestão.
Sob o comando de Roberto Castello Branco, a Petrobras vendeu ativos, incluindo operações na África e saiu de negócios como de fertilizantes. Faz parte de sua missão reforçar o balanço e se concentrar nos campos de pré-sal descobertos em 2006.
"Lá atrás, o mercado estava dando praticamente um cheque em branco para a companhia", disse Ribeiro. "Hoje, o pré-sal já se mostrou absolutamente rentável, com custo de exploração entre os mais competitivos do mundo, e a empresa está desalavancada, com iniciativas de desinvestimento claras."
A oferta do BNDES, liderada pelo Credit Suisse, faz parte de uma avalanche de vendas de ativos estatais que devem chegar a R$ 150 bilhões até o final do ano. As privatizações são ponto central na agenda econômica do governo, que visa reduzir a dívida, reforçar as contas fiscais e impulsionar o crescimento. A venda de hoje não altera o controle do governo da Petrobras.
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A espera pela oferta levou alguns investidores a assumir uma postura mais neutra ao longo das últimas semanas e deixou o papel de lado, de acordo com Fernando Fontoura, gestor da Persevera Asset Management, que tem R$ 310 milhões sob gestão. As ações da Petrobras acumulam baixa de 3,9% desde o início do ano, em comparação com uma queda de 0,1% do Ibovespa.
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"Os investidores sabem que provavelmente poderão comprar as ações com algum desconto", disse Fontoura. "Todo mundo está de olho na oferta."
Christian Keleti, da Alpha Key Capital Management, está entre os gestores que recentemente reforçaram caixa no aguardo da enxurrada de ofertas, incluindo Petrobras. "Estamos reduzindo um pouco a exposição a ações brasileiras. Por valuation, mas também de olho em algumas ofertas", disse Keleti.
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Repórteres da matéria original: Vinícius Andrade em Sao Paulo, vandrade3@bloomberg.net;Sabrina Valle em Rio De Janeiro, svalle@bloomberg.net;Felipe Marques em São Paulo, fmarques10@bloomberg.net
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Secretário anuncia privatização de Correios

Secretário anuncia privatização de Correios e EBC até 2022

Responsável pela pasta de Desestatização, Salim Mattar apresentou um cronograma dos desinvestimentos do governo até o fim da gestão de Bolsonaro

Por Victor Irajá - 30 jan 2020, 16h14



O secretário de Desestatização, Salim Mattar, apresentou um cronograma de privatizações para a gestão do presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira, 30. Em um evento promovido pelo banco Credit Suisse, Mattar anunciou que, além de Correios e a Telebras, empresas como a Empresa Brasileira de Comunicação, a EBC, estão nos planos de desinvestimento do governo. De acordo com o secretário, a EBC será privatizada apenas em janeiro de 2022, enquanto os Correios têm previsão de deixar de fazer parte do rol de empresas do governo em dezembro anterior.
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Na lista não constam empresas como a Petrobras, o Banco do Brasil ou a Caixa, vistas como estratégicas por Bolsonaro. No mesmo evento, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou, nesta quarta-feira, 29, que, apesar da vontade da equipe econômica de privatizar a instituição, Bolsonaro, é contrário à entrega do banco para a iniciativa privada. “Nós da equipe econômica somos a favor, mas isso é decisão política. O presidente já falou que não pretende levar o assunto adiante”, disse ele.encurtador.com.br/ltBM0
Abaixo, a lista completa anunciada pelo secretário:
2020:
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Agosto: ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias
Outubro: EMGEA (Empresa Gestora de Ativos)
Dezembro: Casa da Moeda
2021:
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Janeiro: Nuclep
Fevereiro: Ceitec
Abril: Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) - encurtador.com.br/ltBM0
Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais)
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Junho: Serpro - encurtador.com.br/ltBM0
Dataprev
Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo)
Julho: CTBU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos)
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Trensurb (metrô de Porto Alegre)
Telebras
Dezembro: Correios - encurtador.com.br/ltBM0
2022:
Janeiro: EBC (Empresa Brasil de Comunicação)
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Vitra Studios: Um Projeto Promissor em 2024

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