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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Oferta bilionária do BNDES testa apetite por Petrobras


    Oferta bilionária do BNDES testa apetite por Petrobras


Vinícius Andrade, Sabrina Valle e Felipe Marques
05/02/2020 11h32
encurtador.com.br/ltBM0


(Bloomberg) -- A Petrobras está começando esta década da mesma maneira que iniciou a última: com uma oferta de ações altamente aguardada pelos investidores. As semelhanças param por aí.
Em 2010, a Petrobras era uma potência do petróleo em expansão, com ambições de mais do que dobrar a produção e consolidar seu monopólio com uma enorme descoberta offshore. Em 2020, é uma empresa que foi arranhada por escândalos e que nunca chegou perto de atingir sua meta de produção para o final da década. Há dez anos, o governo brasileiro usou uma oferta recorde de ações para aumentar sua fatia na companhia. Agora, o BNDES está vendendo ações da Petrobras, à medida que o governo e a estatal se desfazem de ativos.
O BNDES venderá até 734,2 milhões de ações ordinárias, incluindo o lote adicional, em oferta secundária, cujo preço por ação deve ser definido hoje. As ações, equivalentes a quase 10% do capital votante da empresa, valem até R$ 22,6 bilhões (US$ 5,3 bilhões) com base no preço de fechamento do papel na terça-feira. É a maior venda de ações no Brasil desde a oferta de US$ 70 bilhões da Petrobras em 2010.
Embora a empolgação em torno da petroleira estatal tenha esfriado desde então, alguns gestores argumentam que agora é uma empresa muito mais saudável para se investir. O caixa das operações quase dobrou, mesmo com a Petrobras vendendo ativos, e a empresa não está mais perdendo dinheiro subsidiando o preço doméstico da gasolina. As ações ordinárias são negociadas a cerca de 10,5 ??vezes o lucro estimado, em comparação com um múltiplo de 8,5 vezes em 2010.
"É um momento bastante diferente para a Petrobras", disse André Ribeiro, gestor da Brasil Capital, que tem cerca de R$ 8 bilhões sob gestão.
Sob o comando de Roberto Castello Branco, a Petrobras vendeu ativos, incluindo operações na África e saiu de negócios como de fertilizantes. Faz parte de sua missão reforçar o balanço e se concentrar nos campos de pré-sal descobertos em 2006.
"Lá atrás, o mercado estava dando praticamente um cheque em branco para a companhia", disse Ribeiro. "Hoje, o pré-sal já se mostrou absolutamente rentável, com custo de exploração entre os mais competitivos do mundo, e a empresa está desalavancada, com iniciativas de desinvestimento claras."
A oferta do BNDES, liderada pelo Credit Suisse, faz parte de uma avalanche de vendas de ativos estatais que devem chegar a R$ 150 bilhões até o final do ano. As privatizações são ponto central na agenda econômica do governo, que visa reduzir a dívida, reforçar as contas fiscais e impulsionar o crescimento. A venda de hoje não altera o controle do governo da Petrobras.
encurtador.com.br/ltBM0
A espera pela oferta levou alguns investidores a assumir uma postura mais neutra ao longo das últimas semanas e deixou o papel de lado, de acordo com Fernando Fontoura, gestor da Persevera Asset Management, que tem R$ 310 milhões sob gestão. As ações da Petrobras acumulam baixa de 3,9% desde o início do ano, em comparação com uma queda de 0,1% do Ibovespa.
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"Os investidores sabem que provavelmente poderão comprar as ações com algum desconto", disse Fontoura. "Todo mundo está de olho na oferta."
Christian Keleti, da Alpha Key Capital Management, está entre os gestores que recentemente reforçaram caixa no aguardo da enxurrada de ofertas, incluindo Petrobras. "Estamos reduzindo um pouco a exposição a ações brasileiras. Por valuation, mas também de olho em algumas ofertas", disse Keleti.
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Repórteres da matéria original: Vinícius Andrade em Sao Paulo, vandrade3@bloomberg.net;Sabrina Valle em Rio De Janeiro, svalle@bloomberg.net;Felipe Marques em São Paulo, fmarques10@bloomberg.net
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

RECESSÃO DE ´´TEMER FAZ´´ ´´SEGUNDO R7´´ ECONOMIA DE 12 ESTADOS RETROCEDER 6 ANOS

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Economistas ouvidos pelo BC reduzem previsão para inflação de 2016 e de 2017


 QUE ECONOMIA DO BRASIL
  1. Relatório Focus manteve a previsão de queda de 3,49% da economia em 2016 e de alta de 0,5% em 2017; boletim é divulgado semanalmente com estimativas do mercado
Economistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central reduziram a estimativa para a inflação de 2016 e de 2017, de acordo com informações do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9).
Segundo o relatório, realizado semanalmente, o mercado prevê uma inflação de 6,35% para 2016 e de 4,81% para 2017. No boletim divulgado na semana passada, a inflação prevista para 2016 era de 6,38% e para 2017 de 4,87%. A previsão mantém o índice de inflação para este ano próximo ao centro oficial da meta, que é de 4,5%.
A meta do Banco Central para a inflação deste ano é de 4,5%, mas há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima e para baixo. Assim, a inflação pode oscilar de 2,5% a 6,5% sem que a meta seja descumprida. No ano passado, a inflação ultrapassou esse intervalo e fechou o ano em 10,67% - a maior desde 2002.
Para o Produto Interno Bruto (PIB) os analistas mantiveram suas previsões de queda 3,49% na atividade econômica em 2016 e de crescimento de 0,5% para 2017.

Taxa de juros

Apesar de prever uma inflação em 2017 menor do que a estimada na semana anterior, os economistas ouvidos Banco Central mantiveram inalterada a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, em 10,25% no fechamento de 2017. Reforçando a expectativa de que o BC continuará o processo de corte de juros no ano que vem. Atualmente a Selic está em 13,75%.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do Banco Central para conter pressões inflacionárias. Taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.
O Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por determinar a Selic, se reúne esta semana. A nova taxa será divulgada na quarta-feira (11).

Câmbio, balança e investimentos

No relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fechamento de 2017 caiu mais uma vez de R$ 3,48 para R$ 3,45.
A projeção para o superávit (exportações maiores que importações) da balança comercial em 2017 caiu de US$ 46,98 bilhões para US$ 46 bilhões.
Para 2016, a projeção de entrada de investimento estrangeiro direto no Brasil subiu de US$ 69 bilhões para US$ 69,5 bilhões e, para este ano, ficou inalterada em US$ 70 bilhões, pela oitava semana consecutiva.


 Origem: Laís Lima, G1, Brasília

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Acha que está seguro por ter carteira assinada? Isso é uma ilusão

  • Acha que está seguro por ter carteira assinada? Isso é uma ilusão



  • Thinkstock

Alguma vez você já se perguntou quão seguro é seu emprego? Em momentos de crise política e instabilidade econômica, a insegurança corre solta pelos corredores das empresas por todo o país.
É interessante observar o comportamento de alguns brasileiros que acham que não são empresários por terem carteira de trabalho registrada. Sim, você é sua própria empresa!
Todo empresário acorda todos os dias de manhã desempregado. Mas você, que é funcionário com registro em carteira, também acorda desempregado. Apenas ainda não se deu conta disso.

Segurança é ilusão

Com a nossa desatualizada CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), criou-se uma sensação de que quem tem carteira assinada está "seguro" e protegido no trabalho, quando, na verdade, essa é a maior ilusão já inventada.                                                                                                            
Não existe nenhuma segurança em um emprego que lhe pode ser tirado a qualquer momento, por qualquer motivo ou capricho de qualquer pessoa que esteja em um nível hierárquico superior ao seu na empresa.                                                  Funcionário x empresário Há algumas diferenças entre um empresário e um funcionário que possui registro CLT. Uma delas é a vantagem que o empresário leva porque nunca irá "se demitir". Já o funcionário CLT está sob influência alheia.Outra diferença é que o empresário possui o senso de urgência. Afinal, se não produzir e vender, imediatamente sentirá os efeitos por não ter recursos para honrar seus
compromissos.Se pensar bem, o funcionário CLT que não produz também está fora do jogo. O fato é que, como uma demissão muitas vezes não acontece de imediato, cria-se a sensação de segurança.                                                                                                  Você é sua própria empresa Cada funcionário nada mais é do que sua "própria empresa", que está prestando seus serviços para uma organização que, diga-se de
passagem, foi escolhida por ele próprio.Portanto, se algo está ruim na sua empresa, lembre-se de que foi você quem escolheu aquele lugar  para
 trabalhar. Nesse caso, não é a empresa ou negócio que irá mudar (isso dificilmente acontece) e sim você que deverá se organizar para sair daquela situação.O mais irônico é que a maior parte das pessoas reclama de seu trabalho e vive uma vida infeliz com suas carreiras, mas, inconscientemente, opta por engolir os sapos do mundo corporativo só para ter em troca a tal ilusória "segurança", ainda mais em épocas de crise e aumento de desemprego.


Como superar a crise? Quer manter-se empregar em tempos de crise? Aja e trabalhe como dono da empresa! Se não está de acordo com os lucros que o empresário obtêm através de seu trabalho, então, se programe e mude de empresa ou abra seu próprio negócio, mas não caia na armadilha de achar que está fazendo um favor ao seu empregador pelo trabalho executado. Trata-se de uma simples troca em que o funcionário, por livre e espontânea escolha, concordou em trabalhar naquela empresa, para compartilhar seu precioso tempo e suas ideias criativas em troca de dinheiro, benefícios, status etc.. Se o que foi acordado está injusto para você, o que tem feito para mudar?  Essa é a sua oportunidade de acordar e tomar as rédeas de sua carreira. Não acho nem prego que o empreendedorismo seja o ideal para todo mundo, e cada um precisa encontrar o seu próprio caminho profissional. O objetivo deste artigo é alertar para a realidade do trabalho.

Pare para pensar

Todos os dias encontro muitos profissionais pelas empresas em que passo que estão pautando suas escolhas em expectativas irreais e, por isso, não alcançam sucesso em suas carreiras. Vejo pessoas reclamando de suas empresas, não tendo nenhum momento de alegria. Por isso, precisam de um alerta, desse despertar.
Vale a pena você parar e refletir cinco minutos sobre o quão seguro é o seu emprego. E, mais importante, refletir sobre suas atitudes em relação ao seu próprio desenvolvimento e qualificação acadêmica, suas atitudes, a forma como lida com suas próprias finanças e, claro, de quais valores está abrindo mão para "manter-se seguro" nesse trabalho.
Viver sem planejamento de carreira é como matar moscas o dia todo. Mantém ocupado, sem tempo para se dedicar a outras coisas interessantes e, ao final dia, dá a sensação de cansaço. Quando é que vai parar e construir uma tela na janela?

Origem:  G1

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Vitra Studios: Um Projeto Promissor em 2024

https://moneybrazilio.blogspot.com/2024/01/vitra-studios-um-projeto-promissor-em.html