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terça-feira, 16 de junho de 2020

Navio chega para dar um gás em Porto do Açu

Mesmo na pandemia, a geração de energia não pode parar. A fim de assegurar o funcionamento de duas termelétricas no Porto do Açu, atracou na sexta-feira no terminal o navio BW Magna. A embarcação, que ficará parada no local, vai transformar o gás natural liquefeito (GNL) importado por navios da forma líquida para a gasosa.

O GNL será usado na geração de energia elétrica em duas termelétricas: a GNA I, com 1.338 megawatts (MW) de capacidade - que, com cerca de 96% das obras concluídas, deve entrar em operação no início de 2021 -, e a GNA II com 1.672MW Covid-19, além do uso de equipamentos de proteção, o número de trabalhadores e técnicos envolvidos, que ainda será construída. Ambas estão no complexo do Porto do Açu.

Por causa da pandemia de  na atracação foi reduzido ao máximo.

O projeto das duas termelétricas e do Terminal GNL, que inclui o navio que ficará atracado no local, é da GNA, empresa formada pela Prumo Logística, operadora do Porto do Açu, a BP e a Siemens. De acordo com a GNA, a embarcação tem capacidade de regaseificar até 21 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.



Origem: O Globo Força Logística a Força do Brasil.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Investimento global no setor de petróleo deve aumentar 7% neste ano




Após dois anos de intensa recessão na indústria de petróleo e gás mundial, as petroleiras deverão aumentar em 7% o total de investimento mundial neste ano, ante as quedas nos desembolsos de 27%, em 2016, e 21%, em 2015, de acordo com estimativas da consultoria Deloitte.
"De forma geral, estamos otimistas sobre 2017. O mercado está começando uma retomada. Os preços estão se estabilizando no patamar de US$ 50 o barril e acreditamos que veremos crescimento de investimentos em 2017", afirma John England, vice-presidente da Deloitte nos EUA e líder para área de óleo e gás da empresa de consultoria.
O especialista, que está no Rio para reuniões corporativas, trabalha com expectativa de preço médio do barril de petróleo em 2017 de US$ 55, podendo chegar ao fim do ano em US$ 60. Ele explicou que esse patamar de preço garante retorno financeiro à maioria dos projetos petrolíferos no mundo, mas não soube dizer se viabiliza os projetos do pré-sal brasileiro.
Como no ano passado, 2017 também será intenso em fusões e aquisições no setor de óleo e gás natural, diz England. Ele avalia que haverá movimentos fortes de consolidação nos segmentos de refino e serviços.
Questionado sobre o efeito da gestão de Donald Trump nos EUA para o setor petróleo mundial, o executivo explicou que há aspectos positivos e negativos. Do ponto de vista positivo, vê uma regulação mais favorável a realização de negócios na área de óleo e gás. Por outro lado, England lembra que a indústria petrolífera é muito globalizada e barreiras criadas para alguns países podem afetar o mercado como um todo.
Com relação ao Brasil, England acredita que as reformas em curso pelo governo tornarão o setor petrolífero mais atrativo. "O Brasil tem muitas vantagens, não só em termos de recursos energéticos, mas em grande número de técnicos", ressaltando a qualidade da mão de obra especializada brasileira.
Origem: Valor

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