segunda-feira, 13 de março de 2017
FORÇA LOGÍSTICA: Responsável por redes do PMDB admite "frase infeli...
FORÇA LOGÍSTICA: Responsável por redes do PMDB admite "frase infeli...: Responsável por redes do PMDB admite "frase infeliz" em peça no Facebook 19 Daniela Garcia Do UOL, em São Paulo 07/03/20...
terça-feira, 7 de março de 2017
Responsável por redes do PMDB admite "frase infeliz" em peça no Facebook
Responsável por redes do PMDB admite "frase infeliz" em peça no Facebook
Daniela Garcia
Do UOL, em São Paulo
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- Reprodução/Facebook/PMDB Nacional
6.mar.2017 - À esq., publicação feita pelo PMDB na quinta-feira (2); à dir., texto publicado no dia seguinte (4)
Um post publicado na conta de Facebook do PMDB na última quinta-feira (02)provocou polêmica ao afirmar que se a reforma da Previdência não for aprovada, programas sociais importantes como Bolsa Família e Fies vão acabar. Diversos internautas criticaram a postagem e alegaram que o governo Temer estaria fazendo chantagem social. O partido manteve a peça no ar, mas divulgou novo post, no sábado (04), amenizando a "ameaça".
"Foi um jeito ruim de dizer. Lamentavelmente, o redator não foi feliz de escrever essa frase", admite Lula Guimarães, responsável pelas criações publicitárias nas redes do partido. Na avaliação dele, o post de quinta-feira usou uma "frase infeliz".
"Se a reforma da Previdência não sair: tchau, Bolsa Família; adeus, Fies; sem novas estradas; acabam os programas sociais", diz trecho da peça publicitária.
Lula Guimarães assumiu as redes sociais do PMDB em abril de 2016, antes mesmo de Michel Temer tomar posse como presidente da República. Ele nega que a publicação do "tchau, Bolsa Família" tenha tom "chantagista". "Foi uma peça mais irônica e isso acabou dando muita polêmica".
A publicação do dia 2 de março recebeu 14 mil interações no Facebook, quase 10 mil compartilhamentos e cerca de 15 mil comentários, sendo o post de maior repercussão do PMDB em 2017.
Um dos comentários, crítico ao conteúdo publicado pelo perfil do PMDB, recebeu mais de 12 mil curtidas. O perfil Amado Batista escreveu: "Comecem cortando na própria carne: diminuam privilégios do Executivo, Legislativo e Judiciário, diminuam ministérios, diminuam custos com eventos e viagens inúteis, controlem os gastos com cartões corporativos e outras regalias, parem de desviar o dinheiro arrecadado para a previdência, cobrem daqueles que estão devendo INSS (muitas empresas de porte estão devendo muito), demitam todos os assessores aspones e funcionários públicos incompetentes, e contratem uma assessoria de imprensa maus barata e mais inteligente, porque esses posts estão bem fracos..."
Outro comentário, com 5.700 curtidas, chamou o partido de covarde. "Vocês estão ameaçando o povo brasileiro de cortar os pouquíssimos direitos sociais que temos, se não aprovarem essa reforma desnecessária, falaciosa e usurpadora?", questionou o perfil de Lucas Gabrielli.
A repercussão negativa levou a equipe de comunicação a publicar uma peça publicitária com tom diferente da primeira. Segundo Guimarães, o conteúdo da nova peça é "mais explicativo". No post de sábado, o PMDB passou a afirmar que o governo Temer ampliou o Bolsa Família e o FIES, e que a reforma garantirá o "futuro do Brasil".
O texto publicado na noite do dia 4 alcançou repercussão muito menor do que o anterior: até o momento, foram cerca 840 likes, 60 compartilhamentos e 735 comentários.
O marqueteiro político defende que a página no Facebook do PMDB explore as mensagens de forma "mais agressiva e combativa". "É uma comunicação partidária. Se fosse [um canal] do governo, não poderia ser assim", analisa.
Romero Jucá
Guimarães teve que se explicar ao senador Romero Jucá (PMDB-RR), presidente nacional do partido, sobre a publicação. Nesta segunda-feira (6), o marqueteiro político justificou ao cacique que a mensagem "foi um ponto fora da curva". Após a reunião com o parlamentar, ficou decidido que esse não deve ser o tom de abordagem da reforma da Previdência.
O comunicador, no entanto, diz que continuará veiculando as mensagens que mostram o prejuízo às contas públicas sem a reforma defendida pelo governo Temer. "O que publicamos não tem nenhuma inverdade, não foi leviano. Só dissemos isso: que a conta não fecha".
Polêmica da reforma
O governo apresentou seu projeto de reforma da Previdência em dezembro do ano passado. Pela proposta de emenda constitucional, a idade mínima para se aposentar será de 65 anos, com pelo menos 25 anos de contribuição à Previdência.
O projeto ainda vai ser analisado pela Câmara e pelo Senado.
Daniela Garcia
Do UOL, em São Paulo
segunda-feira, 6 de março de 2017
MPF/AM investiga irregularidades no pagamento de fornecedores pelo estado do Amazonas
COMBATE À CORRUPÇÃ
O
6 DE MARÇO DE 2017 ÀS 12H53
MPF/AM investiga irregularidades no pagamento de fornecedores pelo estado do Amazonas
Investigações que culminaram com a operação Maus Caminhos evidenciaram falta de transparência e desrespeito à ordem cronológica de pagamentos, contrariando a legislação
Foto: ©iStockphoto.com
O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) abriu inquérito civil público para investigar a ilegalidade e a responsabilidade pelo descumprimento da ordem cronológica e do dever de transparência nos pagamentos aos fornecedores do estado do Amazonas, obrigações previstas na Lei de Licitações e Contratos da Administração Pública (Lei 8.666/93).
Diversos diálogos telefônicos interceptados mediante autorização judicial no decorrer da operação Maus Caminhos indicaram a falta de respeito e transparência à ordem cronológica de pagamentos a fornecedores no estado do Amazonas criando um ambiente favorável à corrupção e ao surgimento de relacionamento promíscuo entre agentes públicos e privados. A operação revelou um esquema de desvio de recursos do sistema público de saúde do Amazonas. Até o momento, 16 pessoas foram denunciadas pelo MPF acusadas de participação na organização criminosa e parte das investigações seguem em andamento, em Brasília.
No documento de abertura do inquérito civil, o órgão destaca que o desrespeito à ordem cronológica e à transparência nos pagamentos aos fornecedores contraria diversos princípios da administração pública, como a publicidade, moralidade e eficiência, além de gerar insegurança jurídica aos empresários que desejam fornecer à administração pública, afetando a competitividade e a concorrência que deve existir no mercado. A existência de diversas despesas pagas pelo estado com recursos federais justifica a atuação do MPF no caso.
A portaria relata ainda que, diversas vezes, empresas fornecedoras do estado do Amazonas formalizam representações ao MPF/AM pedindo providências para que possam receber pelos serviços e produtos prestados e não pagos dentro dos prazos previstos. Segundo o órgão, o descumprimento da previsão legal de pagamento por ordem cronológica e a falta de transparência dessa ordem de pagamentos pode resultar em processos por ato de improbidade, crime comum e crime de responsabilidade.
Como primeiras providências de apuração, o procurador da República Alexandre Jabur, responsável pelo caso, requisitou do secretário de Estado da Fazenda e do governador do Estado do Amazonas informações sobre o cumprimento do item da Lei de Licitações que determina a realização dos pagamentos de fornecedores em ordem cronológica.
O MPF/AM também determinou o envio de notificação à Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam), Associação Comercial do Amazonas (ACA), Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (FAEA), Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Amazonas (CRC/AM) e Conselho Regional de Economia do Estado do Amazonas (CRECON/AM), para que tomem ciência da instauração do inquérito e apresentem manifestação, caso desejem.
A mesma comunicação foi encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE/AM), ao Ministério Público de Contas, à Controladoria-Geral da União (CGU), à Controladoria-Geral do Estado do Amazonas e à Assembleia Legislativa, tanto para que também tomem providências a respeito da situação, dentro de suas esferas de atribuição, como também para que se manifestem ao MPF, como parte do inquérito.
O inquérito civil público tem prazo de um ano para conclusão, podendo ser prorrogado por igual período caso sejam necessários mais elementos para se chegar a uma conclusão definitiva sobre o caso.
ORIGEM: MPF Amazonas
FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Lava a Jato: nova fase mira operadores do PMDB
Lava Jato:
nova fase mira operadores do PMDB
Mandados de busca e apreensão e de prisões foram expedidos a pedido da força-tarefa do MPF/PR e estão sendo cumpridos nesta quinta-feira
A pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), a Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, a 38ª fase da Operação Lava Jato, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão expedidos pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. Os alvos principais são dois investigados por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, suspeitos de intermediar propina de forma profissional e reiterada na diretoria Internacional da Petrobras, com atuação também nas diretorias de Serviço e Abastecimento da estatal. O cumprimento dos mandados está sendo realizado no estado do Rio de Janeiro.
Os pedidos protocolados pela força-tarefa em Curitiba tiveram como base principal os depoimentos de colaborações premiadas reforçados pela apresentação de informações documentais, além de provas levantadas por intermédio de cooperação jurídica internacional. De acordo com o MPF/PR, os dois alvos das prisões desta quinta-feira são suspeitos de utilizar contas no exterior para fazer repasse de propinas a agentes públicos. Entre os contratos da diretoria Internacional, os alvos são suspeitos de intermediar propinas na compra dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000; na operação do navio sonda Vitoria 10.000 e na venda, pela Petrobras, da Transener para a empresa Eletroengenharia.
Além disso, esporadicamente os investigados atuavam também em outras diretorias da Petrobras. Na área de Abastecimento, as investigações identificaram a participação deles na intermediação de propinas nocontrato de aluguel do terminal de tancagem celebrado entre a Petrobras e a empresa Trafigura, e no contrato de fornecimento de asfalto com a empresa Sargent Marine. Também foi identificada atuação dos investigados no pagamento de propinas para Pedro Barusco, ex-gerente da diretoria de Serviços, decorrente de contratos celebrados com a empresa Sete Brasil para exploração do pré-sal.
Para realização dos pagamentos de propina de forma dissimulada, os alvos desta nova fase utilizavam contas de empresas offshores no exterior. No decorrer das investigações foram identificados pagamentos em contas na Suíça e na Bahamas.
Conforme o procurador da República e integrante da força-tarefa Lava Jato do MPF/PR, Diogo Castor de Mattos, "as prisões foram decretadas para garantia de ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, tendo em conta a notícia que os investigados se evadiram recentemente para o exterior, possuindo inclusive dupla nacionalidade".
Na decisão que autoriza a deflagração desta fase, o juiz federal Sérgio Moro destacou que “o caráter serial dos crimes, com intermediação reiterada de pagamento de vantagem indevida a diversos agentes públicos, pelo menos dois diretores e dois gerentes da Petrobrás, em pelo menos cinco contratos diferentes da Petrobrás, aliada à duração da prática delitiva por anos e a sofisticação das condutas delitivas, com utilização de contas secretas em nome de off-shores no exterior (cinco já identificadas, sendo quatro comprovadamente utilizadas para repasses de propinas), é indicativo de atuação criminal profissional”.
Ainda em seu despacho, o magistrado reforçou que, caso confirmada a evasão dos investigados para o exterior, em virtude dos alvos terem dupla nacionalidade, seja realizada a inclusão do nome dos investigados no rol de foragidos internacionais da Interpol.
Lava Jato – Acompanhe todas as informações oficiais do MPF sobre a Operação Lava Jato no sitewww.lavajato.mpf.mp.br.
10 Medidas – O combate à corrupção é um compromisso do Ministério Público Federal. Para que a prevenção e o combate à corrupção existam de modo efetivo, o MPF apresentou ao Congresso Nacional um conjunto de dez medidas distribuídas em três frentes: prevenir a corrupção (implementação de controles internos, transparência, auditorias, estudos e pesquisas de percepção, educação, conscientização e marketing); sancionar os corruptos com penas apropriadas e acabar com a impunidade; criar instrumentos para a recuperação satisfatória do dinheiro desviado. Saiba mais em www.10medidas.mpf.mp.br.
MPF
FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL
Mandados de busca e apreensão e de prisões foram expedidos a pedido da força-tarefa do MPF/PR e estão sendo cumpridos nesta quinta-feira
A pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), a Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, a 38ª fase da Operação Lava Jato, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão expedidos pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. Os alvos principais são dois investigados por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, suspeitos de intermediar propina de forma profissional e reiterada na diretoria Internacional da Petrobras, com atuação também nas diretorias de Serviço e Abastecimento da estatal. O cumprimento dos mandados está sendo realizado no estado do Rio de Janeiro.
Os pedidos protocolados pela força-tarefa em Curitiba tiveram como base principal os depoimentos de colaborações premiadas reforçados pela apresentação de informações documentais, além de provas levantadas por intermédio de cooperação jurídica internacional. De acordo com o MPF/PR, os dois alvos das prisões desta quinta-feira são suspeitos de utilizar contas no exterior para fazer repasse de propinas a agentes públicos. Entre os contratos da diretoria Internacional, os alvos são suspeitos de intermediar propinas na compra dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000; na operação do navio sonda Vitoria 10.000 e na venda, pela Petrobras, da Transener para a empresa Eletroengenharia.
Além disso, esporadicamente os investigados atuavam também em outras diretorias da Petrobras. Na área de Abastecimento, as investigações identificaram a participação deles na intermediação de propinas nocontrato de aluguel do terminal de tancagem celebrado entre a Petrobras e a empresa Trafigura, e no contrato de fornecimento de asfalto com a empresa Sargent Marine. Também foi identificada atuação dos investigados no pagamento de propinas para Pedro Barusco, ex-gerente da diretoria de Serviços, decorrente de contratos celebrados com a empresa Sete Brasil para exploração do pré-sal.
Para realização dos pagamentos de propina de forma dissimulada, os alvos desta nova fase utilizavam contas de empresas offshores no exterior. No decorrer das investigações foram identificados pagamentos em contas na Suíça e na Bahamas.
Conforme o procurador da República e integrante da força-tarefa Lava Jato do MPF/PR, Diogo Castor de Mattos, "as prisões foram decretadas para garantia de ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, tendo em conta a notícia que os investigados se evadiram recentemente para o exterior, possuindo inclusive dupla nacionalidade".
Na decisão que autoriza a deflagração desta fase, o juiz federal Sérgio Moro destacou que “o caráter serial dos crimes, com intermediação reiterada de pagamento de vantagem indevida a diversos agentes públicos, pelo menos dois diretores e dois gerentes da Petrobrás, em pelo menos cinco contratos diferentes da Petrobrás, aliada à duração da prática delitiva por anos e a sofisticação das condutas delitivas, com utilização de contas secretas em nome de off-shores no exterior (cinco já identificadas, sendo quatro comprovadamente utilizadas para repasses de propinas), é indicativo de atuação criminal profissional”.
Ainda em seu despacho, o magistrado reforçou que, caso confirmada a evasão dos investigados para o exterior, em virtude dos alvos terem dupla nacionalidade, seja realizada a inclusão do nome dos investigados no rol de foragidos internacionais da Interpol.
Lava Jato – Acompanhe todas as informações oficiais do MPF sobre a Operação Lava Jato no sitewww.lavajato.mpf.mp.br.
10 Medidas – O combate à corrupção é um compromisso do Ministério Público Federal. Para que a prevenção e o combate à corrupção existam de modo efetivo, o MPF apresentou ao Congresso Nacional um conjunto de dez medidas distribuídas em três frentes: prevenir a corrupção (implementação de controles internos, transparência, auditorias, estudos e pesquisas de percepção, educação, conscientização e marketing); sancionar os corruptos com penas apropriadas e acabar com a impunidade; criar instrumentos para a recuperação satisfatória do dinheiro desviado. Saiba mais em www.10medidas.mpf.mp.br.
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