quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Sustentabilidade nas Empresas.
Sustentabilidade cresce nas empresas e atrai profissionais
Para Isak Kruglianskas, coordenador do Programa Estratégico de Gestão Socioambiental da FIA (Fundação Instituto de Administração), os profissionais devem pensar na sustentabilidade como “o grande motor da inovação que será a saída para o desemprego”.
A senadora Marina Silva (PV-AC) afirma que considera as áreas “uma oportunidade”, mas que cada um “deve seguir sua ética profissional para não fazer maquiagem” ambiental.
Entre as empresas que atualmente expandem a área está o Grupo Maggi (agroindústria), que vai criar uma diretoria de responsabilidade e sustentabilidade. Segundo Nereu Bavaresco, diretor de recursos humanos, a questão da sustentabilidade começa no recrutamento. “Buscamos pessoas que compartilhem nossos valores.”
Cargos – A área ambiental está dividida entre os cargos técnicos, em que a graduação deve ser em geografia ou gestão ambiental, por exemplo, e os executivos, em que também são aceitos profissionais de outras áreas, como jornalistas, psicólogos, engenheiros e economistas.
Independentemente da formação, o consenso é que o profissional que quer fazer carreira como diretor de uma área de sustentabilidade precisa ter especialização e conhecimento do negócio.
Paulo Sérgio Muçouçah, da OIT, ressalta que não é a formação que define um emprego verde, e sim a atividade.
“Um biólogo pode pesquisar organismos geneticamente modificados (e não ser verde) ou trabalhar com a conservação da biodiversidade (e ser)”.
A bióloga Fernanda Ormonde, 27, coordenadora de eventos responsáveis da Reclicagem, considera seu emprego verde. “Fazemos a gestão ambiental de feiras, incluindo cuidar dos resíduos”, afirma ela, que tem pós-graduação em gestão ambiental.
Especialização – André Carvalho, professor de pós-graduação do GVCes (Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas), diz que a especialização na área é buscada por profissionais de vários setores.
“Antes, só se podia ser sustentável na Amazônia. Agora, é possível trabalhar na área na avenida Paulista ou na (avenida Engenheiro Luiz Carlos) Berrini”, diz, referindo-se a dois centros de negócios de São Paulo.
Embora o curso seja um caminho para atuar na área, em alguns setores, ele não é valorizado, segundo Gustavo Parise, gerente-executivo da Michael Page. Pare ele, a especialização em ambiente não é prioritária para quem atua em marketing e vendas, por exemplo. Nesses casos, opina, “é muito mais “perfumaria”, infelizmente”. (Fonte: André Lobato/ Folha Online) ORIGEM: clipping
FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL
Para Isak Kruglianskas, coordenador do Programa Estratégico de Gestão Socioambiental da FIA (Fundação Instituto de Administração), os profissionais devem pensar na sustentabilidade como “o grande motor da inovação que será a saída para o desemprego”.
A senadora Marina Silva (PV-AC) afirma que considera as áreas “uma oportunidade”, mas que cada um “deve seguir sua ética profissional para não fazer maquiagem” ambiental.
Entre as empresas que atualmente expandem a área está o Grupo Maggi (agroindústria), que vai criar uma diretoria de responsabilidade e sustentabilidade. Segundo Nereu Bavaresco, diretor de recursos humanos, a questão da sustentabilidade começa no recrutamento. “Buscamos pessoas que compartilhem nossos valores.”
Cargos – A área ambiental está dividida entre os cargos técnicos, em que a graduação deve ser em geografia ou gestão ambiental, por exemplo, e os executivos, em que também são aceitos profissionais de outras áreas, como jornalistas, psicólogos, engenheiros e economistas.
Independentemente da formação, o consenso é que o profissional que quer fazer carreira como diretor de uma área de sustentabilidade precisa ter especialização e conhecimento do negócio.
Paulo Sérgio Muçouçah, da OIT, ressalta que não é a formação que define um emprego verde, e sim a atividade.
“Um biólogo pode pesquisar organismos geneticamente modificados (e não ser verde) ou trabalhar com a conservação da biodiversidade (e ser)”.
A bióloga Fernanda Ormonde, 27, coordenadora de eventos responsáveis da Reclicagem, considera seu emprego verde. “Fazemos a gestão ambiental de feiras, incluindo cuidar dos resíduos”, afirma ela, que tem pós-graduação em gestão ambiental.
Especialização – André Carvalho, professor de pós-graduação do GVCes (Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas), diz que a especialização na área é buscada por profissionais de vários setores.
“Antes, só se podia ser sustentável na Amazônia. Agora, é possível trabalhar na área na avenida Paulista ou na (avenida Engenheiro Luiz Carlos) Berrini”, diz, referindo-se a dois centros de negócios de São Paulo.
Embora o curso seja um caminho para atuar na área, em alguns setores, ele não é valorizado, segundo Gustavo Parise, gerente-executivo da Michael Page. Pare ele, a especialização em ambiente não é prioritária para quem atua em marketing e vendas, por exemplo. Nesses casos, opina, “é muito mais “perfumaria”, infelizmente”. (Fonte: André Lobato/ Folha Online) ORIGEM: clipping
FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL
terça-feira, 27 de abril de 2010
Rio Xingu, espera pra Morre.
MARINA SILVA: Belo Monte é um projeto ruim, caro e de alto risco
Surpreendem também as condições à disposição dos interessados em comercializar a energia gerada pelo rio Xingu.
Marina Silva
ESTÃO MAIS do que evidentes a complexidade e os riscos envolvidos na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará.
Erros há 20 anos represados, sobram dúvidas e incertezas sobre a viabilidade econômica e a extensão dos impactos socioambientais do empreendimento.
Apesar de todas as manifestações em contrário, o governo se mantém indiferente. Fez-se o leilão semana passada e anunciou-se um vencedor, apesar da insegurança jurídica do processo e a fragilidade dos arranjos societários de última hora. Vê-se o direcionamento de todos os instrumentos de políticas públicas para viabilizar um projeto estrategicamente ruim, caro e de altíssimo risco socioambiental.
Enquanto isso, pouco se faz para reduzir perdas da ordem de 15% em energia no país, o equivalente a três vezes a capacidade média de Belo Monte. E o processo em curso aponta mais desperdício: Belo Monte terá uma produção energética efetiva bem menor do que sua capacidade total -4.428 MW, em função do regime hídrico do rio e da configuração do projeto, e não os 11.223 MW anunciados.
Surpreendem também as condições à disposição dos interessados em comercializar a energia gerada pelo rio Xingu. Tem-se R$ 13,5 bilhões em crédito subsidiado pelo BNDES, com prazo de 30 anos para pagamento, a juros de 4% ao ano.
Isenção de impostos sobre os lucros, o comprometimento do capital de empresas estatais e de fundos de pensão e, de quebra, o absurdo comprometimento de licenciamento ambiental com prazo preestabelecido para a obra começar já em setembro.
Mesmo assim, as duas empresas privadas que melhor conheciam o projeto não participaram do leilão.
Preferem a posição de contratadas aos de investidoras, enquanto outras, vitoriosas, ameaçam desistir dos benefícios aparentemente irrecusáveis. Imaginem se todas essas condições excepcionais fossem para melhorias da eficiência do sistema elétrico e para redução da demanda por energia?
A política energética em curso é manca: apoia-se apenas no aumento da oferta sem investir na diversificação, na conservação e na gestão do mercado. Temos um sistema com elevadas perdas por desvio, manutenção precária e pouco incentivo para o uso de técnicas construtivas de maior eficiência energética.
Definitivamente precisamos expandir a oferta de energia, mas não necessitamos, para isso, manter a cultura do desperdício e comprometer o patrimônio ambiental e os recursos do país, quando temos alternativas de geração. ORIGEM: Folha de S. Paulo - SP
FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL
A Historia, de Marina Silva, uma guerreira que vai mudar esse Pais.
Na TV, Marina conta sua história
O programa do PV apresentou uma mulher qualificada pelo estudo e pelo aprendizado, que hoje fala de igual para igual com qualquer doutor, cientista ou chefe de estado.
Secretaria Nacional de Comunicação
O Partido Verde apresentou Marina Silva no programa de TV, exibido na noite de quinta-feira (4/2).
Segundo Alfredo Sirkis, coordenador político do programa, "Marina [fala] longamente, olho no olho, totalmente despojada, totalmente ela mesma, verdadeira e autêntica. Conta sua história e porque a educação foi fundamental na sua vida. Vai usar seu próprio exemplo para fazer valer a mensagem do Partido Verde, de que o fundamental agora no Brasil é fazer uma revolução de qualidade na educação. Era, de certa forma, a mensagem de Cristóvam Buarque mas, aqui há uma diferença. Não é mais o doutor, o reitor quem está dizendo. É uma filha de seringueiros paupérrimos do coração da Amazônia, que se alfabetizou aos 16 anos e que nunca mais parou de ler e de estudar. Uma mulher qualificada pelo estudo e pelo aprendizado, que hoje fala de igual para igual com qualquer doutor, cientista ou chefe de estado.
Uma das passagens mais poderosas do programa é quando Marina conta seu primeiro dia de aula. A professora foi fazer a chamada. Chamou 'Maria Osmarina' e Marina veio junto a sua mesa. Ela se irritou 'você é abestada, menina? Chamada é pra responder presente'. Marina ficou arrasada. Voltou para casa dizendo que não queria mais ir àquela escola. Mas, depois pensou: 'se eu não voltar, vão me chamar de abestada pro resto da vida'. Voltou à escola cheia de gana, aprendeu a ler e escrever em quinze dias e, no final do semestre, foi uma das três que passaram de ano na turma de quarenta e três reprovadas. Assim Marina deu seu primeiro grande passo na vida."
Reveja o programa de TV do PV no YouTube
Reveja o programa de TV do PV no Vimeo ORIGEM: TV DO PV FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL
O programa do PV apresentou uma mulher qualificada pelo estudo e pelo aprendizado, que hoje fala de igual para igual com qualquer doutor, cientista ou chefe de estado.
Secretaria Nacional de Comunicação
O Partido Verde apresentou Marina Silva no programa de TV, exibido na noite de quinta-feira (4/2).
Segundo Alfredo Sirkis, coordenador político do programa, "Marina [fala] longamente, olho no olho, totalmente despojada, totalmente ela mesma, verdadeira e autêntica. Conta sua história e porque a educação foi fundamental na sua vida. Vai usar seu próprio exemplo para fazer valer a mensagem do Partido Verde, de que o fundamental agora no Brasil é fazer uma revolução de qualidade na educação. Era, de certa forma, a mensagem de Cristóvam Buarque mas, aqui há uma diferença. Não é mais o doutor, o reitor quem está dizendo. É uma filha de seringueiros paupérrimos do coração da Amazônia, que se alfabetizou aos 16 anos e que nunca mais parou de ler e de estudar. Uma mulher qualificada pelo estudo e pelo aprendizado, que hoje fala de igual para igual com qualquer doutor, cientista ou chefe de estado.
Uma das passagens mais poderosas do programa é quando Marina conta seu primeiro dia de aula. A professora foi fazer a chamada. Chamou 'Maria Osmarina' e Marina veio junto a sua mesa. Ela se irritou 'você é abestada, menina? Chamada é pra responder presente'. Marina ficou arrasada. Voltou para casa dizendo que não queria mais ir àquela escola. Mas, depois pensou: 'se eu não voltar, vão me chamar de abestada pro resto da vida'. Voltou à escola cheia de gana, aprendeu a ler e escrever em quinze dias e, no final do semestre, foi uma das três que passaram de ano na turma de quarenta e três reprovadas. Assim Marina deu seu primeiro grande passo na vida."
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
Os 7 sinais da volta de cristo parte 4/6
O Anti Cristo e os Sete Sinais.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Desabafo Global!!!!! (o vídeo verdadeiro)
A Globo é o que é, um Bicho de mão que incomoda a todos principalmente os politicos que numca se encurvou ao poder de seu ibop.
Debate: Collor x Lula (1989) - 2 de 2
Ta aí o começo da Dempcracia Corrupta que vive o nosso País, Collor x Lula dois Grandes Corruptos. Que roubou o nosso País.
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