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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

EUA terão "resposta arrasadora dos ora" em caso de ataque nuclear norte-coreano

Resultado de imagem para SECRETARIO AMERICANO 2017Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, alertou nesta sexta-feira em Seul que o governo americano responderá de forma "efetiva e arrasadora" em caso de um hipotético ataque nuclear da Coreia do Norte contra o país ou algum aliado.Trump reafirma a Abe "compromisso" dos EUA com a segurança do Japão
O regime de Kim Jong-un "continua lançando mísseis, desenvolvendo seu programa de armas nucleares e com discurso e comportamento ameaçadores", afirmou Mattis durante um encontro com o colega sul-coreano, Han Min-koo, no segundo e último dia de visita à Coreia do Sul.
"Qualquer ataque sobre os Estados Unidos ou sobre nossos aliados será oposição, e qualquer uso de armas nucleares dará lugar a uma resposta efetiva e arrasadora", disse em declarações recolhidas pela agência "Yonhap".
Em sua primeira viagem ao exterior desde que assumiu o cargo, o secretário americano reafirmou o compromisso de Washington com a defesa de "aliados fundamentais como a Coreia do Sul", uma aliança que permanece "selada", segundo ressaltou.
A visita de Mattis ocorre após Pyongyang realizar o teste de um míssil intercontinental, experimento que, se for executado com sucesso, significaria mais um passo no desenvolvimento de uma arma nuclear capaz de alcançar o território americano.
Depois da reunião com o ministro sul-coreano, o chefe do Pentágono deve viajar nesta sexta-feira ao Japão para continuar a viagem o sábado e se encontrar com o primeiro-ministro do país, Shinzo Abe, e com a colega japonesa, Tomomi Inada.
Os dois aliados se dispunham a receber Mattis com certo incômodo perante a imprevisível política externa de Trump e depois que o novo presidente dos Estados Unidos ameaçou durante a campanha eleitoral retirar as tropas americanas do Japão e da Coreia do Sul pelo elevado custo que isso representa.
Origem: Agência Terra
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Governo libera R$ 1,2 bi para construir presídios e modernizar sistema penal Acusados de matar ambulante são transferidos em SP Acusados de matar ambulante são transferidos em SP

Governo libera R$ 1,2 bi para construir presídios e modernizar sistema penal



presos© Arquivo/Agência Brasil presos
O governo federal vai liberar R$ 1,2 bilhão do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para investimentos na construção de presídios e modernizações do sistema penal. O repasse será feito aos estados nesta quinta-feira (29) e representa, de acordo com o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, o "maior investimento jamais realizado no sistema penitenciário no Brasil".
O anúncio dos recursos foi possível, segundo o governo, depois que o presidente Michel Temer editou a Medida Provisória (MP) 755 na semana passada, permitindo a transferência direta de recursos do Funpen aos fundos estaduais e do Distrito Federal. Alexandre Parola informou que esta será a primeira liberação das verbas, após a edição da MP. Segundo ele, R$ 799 milhões serão destinados à construção de penitenciárias. O porta-voz destacou que o objetivo é diminuir a superlotação dos presídios.
Outros R$ 321 milhões serão utilizados em projetos de cidadania e na qualificação dos serviços penais. "Nessa categoria, contempla-se ainda a aquisição de novos equipamentos, como por exemplo os scanners que substituirão as revistas físicas das pessoas que visitam os presos", afirmou Parola a jornalistas, no Palácio do Planalto.
De acordo com o porta-voz, a autorização de Temer para os repasses permite a aceleração dos investimentos em uma área com "carência histórica". "A liberação desses recursos deve permitir que se coloquem em marcha o mais brevemente possível as medidas e os investimentos não somente para modernizar, mas também para humanizar as condições do sistema prisional em nosso país", disse.
Ao editar a MP 755 – que já tem força de lei, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional –, o governo colocou como justificativas a urgência de se liberar os recursos do Funpen, que antes ficavam presos por causa da burocracia, para a superação de um déficit de mais de 249 mil vagas no sistema carcerário brasileiro.
 Agência Brasil Agência Brasil

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Eike sera tratado como qualquer Empresário diz o Governo

Governo tratará Eike como qualquer outro empresário, diz Mantega Ministro da Fazenda. O governo brasileiro vai tratar o empresário Eike Batista como qualquer outro empresário, disse hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participa da reunião do G-20 em Washington. "Eike Batista não é diferente de nenhum outro empresário." O ministro nega que haverá qualquer ajuda especial no caso de contratação de empresas de Eike pela estatal Petrobrás. "Se ele quiser construir uma plataforma para a Petrobrás, ele terá de fazer uma oferta", disse. "O governo não pode escolhê-lo." Contudo, segundo fontes, o governo brasileiro está especialmente interessado em ver pronto o Porto do Açu, que está sendo construído pela LLX, empresa de logística do grupo de Eike. Sobre o endividamento de Eike com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Mantega afirmou que "o BNDES tem crédito disponível e quem tiver um projeto sólido conseguirá financiamento, mesmo empresas estrangeiras que quiserem investir no Brasil podem conseguir crédito". "O governo tem programas que podem ser usados por qualquer outro empresário." Tanto Graça Foster quanto Mantega vêm defendendo que as empresas de Eike Batista conseguirão contratos com a Petrobrás se elas vencerem licitações, como qualquer outra empresa. Eike, por muito tempo, foi indicado pela imprensa nacional e estrangeira como empresário símbolo da prosperidade da economia brasileira. Mas as empresas do grupo têm sofrido forte queda no mercado por conta da desistência de parceiros estrangeiros em seus projetos. Em 2012, a siderúrgica chinesa Wuhan Iron and Steel Corporation (Wisco), desistiu da parceria com a MMX no Açu, onde montariam um complexo siderúrgico. A estatal da China alegou que Eike não construiu a infraestrutura necessária (ferrovias e terminais portuários) para garantir o projeto. (Com informações da Dow Jones e de O Estado de S. Paulo) ORIGEM: Estadao.com.br FORÇA LOGÍSTICA A FORÇA DO BRASIL .

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Governo propõe um absurdo de Salário....

Governo propõe salário mínimo de R$ 719,48 a partir de 2014 Novo valor consta de proposta da LDO divulgada nesta segunda (15). Aumento do salário mínimo será em janeiro do ano que vem. 551 comentáriosEu entendo que a economia brasileira vem retomando o crescimento. A velocidade talvez seja um pouco abaixo do que gostaríamos, mas ela vem retomando o crescimento"Arno Augustin, secretário do Tesourosalário mínimo vai subir dos atuais R$ 678 para R$ 719,48 a partir de 2014, segundo a proposta para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) divulgada nesta segunda-feira (15) pelo Ministério do Planejamento. A proposta ainda vai passar pelo Congresso e, se for aprovada, o novo valor do mínimo passa a valer a partir de janeiro do ano que vem. Esse valor proposto para o salário mínimo em 2014, entretanto, pode ser alterado no futuro, com base nos parâmetros estabelecidos para sua correção (crescimento do PIB do ano de 2012 e da inflação, medida pelo INPC, deste ano). Além de 2014, a proposta também informa a previsão do salário mínimo para 2015 (R$ 778,17) e para 2016, quando deve atingir R$ 849,78. Na proposta da LDO, o governo também informou a previsão de que o IPCA, índice que mede a inflação oficial, terá variação de 4,5% em 2014. Para este ano, a previsão é de 5,2%. PIB e inflação O governo também apresentou a sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de 3,5% para este ano e 4,5% em 2014. Na LDO do ano passado, o governo estimava um crescimento maior para a economia no ano que vem: 6%. O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse sobre a inflação que o governo tem tido "atenção constante" com a possibilidade de alta da inflação, como ocorreu no início deste ano. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usada como base para as metas do governo, apresentou variação de 0,47% em março – taxa inferior à registrada no mês anterior, de 0,60%. No acumulado dos últimos 12 meses até março, porém, a taxa de inflação é de 6,59%, acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 6,5% - dois pontos acima do centro da meta, que é de 4,5%. “[O controle da inflação] é um processo que exige atenção constante. O governo continua trabalhando para que ela possa convergir para a meta [de 4,5% em 2013]”, disse Augustin. Sobre a variação do PIB, ele afirmou que o governo está otimista e espera para o ano que vem um “processo de crescimento importante” da economia. “Eu entendo que a economia brasileira vem retomando o crescimento. A velocidade talvez seja um pouco abaixo do que gostaríamos, mas ela vem retomando o crescimento”, disse o secretário do Tesouro Nacional. Superávit Na proposta de LDO, o governo informa que sua meta de superávit primário em 2014 será de R$ 167,4 bilhões, o que equivale a 3,1% do PIB estimado para o ano que vem. O superávit primário é a economia feita pelo governo federal, estados e municípios para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda. Do total de R$ 167,4 bilhões, R$ 116,1 bilhões correspondem à parcela da União. Os outros R$ 51,2 bilhões cabem a estados e municípios. Augustin informou, entretanto, que já a partir de 2013 a União não terá mais a obrigação legal de compensar o resultado de estados e municípios, caso a meta de superávit não seja cumprida por eles. Isso significa, portanto, que o governo se compromete a cumprir apenas a sua parte (R$ 116,1 bilhões, no caso da LDO de 2014) e que buracos deixados na conta de estados e municípios “podem” ser abatidos da meta total. Segundo Augustin, para que a desobrigação passe a valer já, o governo vai enviar um projeto ao Congresso para alterar a Lei Orçamentária de 2013. "Não estamos dizendo que a meta [não cumprida por estados e municípios] vai ser abatida [da meta total de superávit]. Estamos dizendo que a LDO permite que isso ocorra. Se vai ser feito ou não, isso vai ser definido ao longo de 2014", disse o secretário do Tesouro Nacional. Em 2012, estados e municípios tiveram um superávit de R$ 23,7 bilhões, equivalente a 55% de sua meta, que era de R$ 42,8 bilhões. Essa diferença de R$ 19,1 bilhões teve que ser compensada pela União. A proposta de LDO também fixa em R$ 67 bilhões o valor de abatimento da meta de superávit possível com os investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e com desonerações de tributos em 2014. Para este ano, o limite é de R$ 65 bilhões. Juros e câmbio O documento apresentado pelo Ministério do Planejamento nesta segunda também aponta estimativa de que a taxa básica de juros da economia (Selic) esteja em 7,5% em dezembro de 2014, mesmo patamar atual. Ainda de acordo com a proposta, a previsão é que a taxa permaneça a mesma ao final de 2015 e 2016. O governo divulgou ainda que espera uma taxa de câmbio média de R$ 2 por dólar ao final de 2013, e de R$ 2,04 no fim de 2014. Segundo a proposta da LDO, a desvalorização do real deve continuar nos anos seguintes, atingindo R$ 2,07 por dólar em 2015 e R$ 2,09 em 2016. ORIGEM: Do G1, em Brasília

Vitra Studios: Um Projeto Promissor em 2024

https://moneybrazilio.blogspot.com/2024/01/vitra-studios-um-projeto-promissor-em.html