sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Plataforma Logística, Conceitos de Logística.

Plataforma Logística, Conceitos de Logística.

Projetada para ser um centro integrado de transportes e distribuição, a plataforma logística irá conciliar em uma única área, um conjunto de instalações e equipamentos onde se desenvolverão diferentes atividades relacionadas diretamente com o transporte.
A plataforma será utilizada conjuntamente por indústrias e distribuidores, e irá dispor de uma série de serviços complementares colocados à disposição dos seus diferentes usuários.
A plataforma logística será uma zona delimitada, onde se desenvolverão todas as atividades relativas ao transporte, à logística e à distribuição de mercadorias, e suas demais atividades complementares.

A plataforma deve contemplar:
  • Acessos controlados com estacionamento;
  • Shopping Center e Outlet, diretamente abastecidos pela plataforma;
  • Hotel econômico;
  • Posto de abastecimento, voltado a rodovia de acesso;
  • Truck Center, com serviços aos motoristas;
  • Estação de Tratamento de efluentes e Subestação de energia;
  • Pátio de Containers e conexão ferroviária;
  • Parque empresarial e tecnológico;
  • Sistema Viário projetado para a fluidez e efetividade do transporte.

Sérgio Moro fala sobre necessidade de tornar o processo penal mais efetivo em crimes contra a administração pública

 Sérgio Moro fala sobre necessidade de tornar o processo penal mais efetivo em crimes contra a administração pública

Juiz responsável pela Operação Lava Jato participou de evento promovido nesta manhã pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região

Moro falou para uma plateia formada de magistrados, advogados, autoridades e servidores
Moro falou para uma plateia formada de magistrados, advogados, autoridades e servidores
Moro falou para uma plateia formada de magistrados, advogados, autoridades e servidores

Desembargadores e professor norteamerciano acompanharam a palestra

Juiz federal Sérgio Moro

O juiz federal Sérgio Moro palestrou nesta manhã (10/8) no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre. O evento fez parte do curso “Direito Comparado – corrupção e processo penal: experiência nos Estados Unidos e no Brasil”, promovido pela Escola da Magistratura (Emagis) do tribunal.
Moro fez uma comparação entre os dois países e apontou que a grande questão a ser enfrentada pelo Direito brasileiro é a efetividade dos julgamentos criminais. Para o magistrado, o adiamento da punição, provocado pelo excessivo número de recursos possíveis, forma uma cultura de impunidade.
Segundo o juiz, responsável por julgar em primeira instância os denunciados na Operação Lava Jato, a presunção de inocência deve ter vínculo com a questão probatória. “No Brasil, existem casos criminais em que a prova incriminatória é esmagadora, mastodôntica, com a responsabilidade demonstrada, e o réu insiste em ir até o final do processo, apostando na impunidade”.
Moro fez referência a um artigo que escreveu em colaboração com o juiz federal Antônio Bochenek em que ambos manifestaram a necessidade de uma alteração na legislação do processo penal brasileiro que permita a prisão após a condenação em primeira instância, tornando a liberdade na fase de recurso excepcional. “No Brasil vinculamos a presunção de inocência ao trânsito em julgado do processo, e têm homicidas confessos que ficam 10 anos sendo julgados em liberdade”.
Recursos e morosidade
Segundo Moro, a legislação brasileira incentiva o recurso. “Nos Estados Unidos, o condenado responde a eventuais recursos já na prisão”, observou, ressaltando que o sistema judicial brasileiro se assemelha mais à legislação italiana, caracterizando-se pela “excessiva morosidade”.
Moro usou de exemplo a ‘Operação Mãos Limpas’ naquele país, que teve um número de investigados bem superior ao da Lava Jato. “O caso, ocorrido entre 1992 e 1994, descobriu uma corrupção sistêmica disseminada na Itália. Cerca de 40% dos crimes acabaram sem julgamento de mérito. Boa parte se perdeu nos labirintos do processo penal italiano”, lamentou.
Para evitar um desfecho parecido é que Moro insiste em uma mudança de cultura jurídica. Para ele, uma ferramenta poderia ser o instituto da admissão de culpa, usado comumente nos Estados Unidos. O magistrado destacou que neste país 80 a 90% dos casos criminais encerram-se com o reconhecimento da culpa, sendo resolvidos em nível regional. Para Moro, nos casos em que a prova é esmagadora, não se justifica o tempo e o custo do processo.
No instituto da admissão de culpa, também conhecido como transação penal, ocorre uma espécie de Justiça Criminal Consensual, na qual os casos são resolvidos em negociações entre o indiciado e o Ministério Público, evitando a abertura de processo criminal.
“Para a população, o que importa é o efeito final, é saber se a Justiça funciona ou não. Não podemos ter a Operação Lava Jato como um soluço que não gere frutos para o futuro. São necessárias reformas na legislação que aumentem a efetividade do nosso sistema”, avaliou Moro.
Papel da mídia
Questionado por participantes sobre os limites da imprensa no caso Lava Jato, Moro afirmou que a Constituição brasileira diz que o processo é público e que o segredo de Justiça só deve existir em dois momentos: para garantir a eficácia de uma investigação e para evitar a exposição da vítima.
“A publicidade do processo é o preço que se paga por se viver em uma democracia. É uma garantia à sociedade, principalmente em casos de crimes contra a administração pública. Esses processos devem estar submetidos ao escrutínio popular”, concluiu.

Curso TRF 4

Plataforma de Negócios e Inovação é inaugurada na Zona da Mata

Plataforma de Negócios e Inovação é 

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 inaugurada na Zona da Mata

Objetivo é impulsionar os negócios e o desenvolvimento da região.
Grupos temáticos foram criados para abranger os setores envolvidos.

A gerente do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia da Universidade Federal de Juz de Fora (CRITT/UFJF), Débora Marques, apresentou as ferramentas da plataforma, que pode ser acessada através do link. “O principal objetivo do GDI é elevar a competitividade da Mata Mineira, a partir da aproximação do setor produtivo com os centros de geração de conhecimento, tecnologia e inovação, ou seja, propor estratégias para que esse desenvolvimento seja real”, disse Débora.
Para melhorar a estrutura do GDI, grupos temáticos foram criados para abranger todos os setores envolvidos nesta plataforma, como indústria, construção civil, energia, metal mecânica, alimentos e bebidas; turismo, através da gastronomia, do ecoturismo, do rural e do artístico-cultural; setor rural, com agroindústria, pecuária e agricultura; serviços, como comunicação, atividades imobiliárias e financeiras e logística; comércio, com o varejo e atacado; e tendências, nas economias criativa e solidária, sustentabilidade e tecnologia da informação, entre outras.


Objetivo é impulsionar os negócios e o desenvolvimento da região.


Grupos temáticos foram criados para abranger os setores envolvidos

Já está em funcionamento a “Plataforma de Negócios e Inovação”, do Grupo de Trabalho, Desenvolvimento e Inovação na Mata Mineira (GDI-Mata). O objetivo é favorecer a troca de informações dos parceiros envolvidos e impulsionar os negócios regionais e o desenvolvimento da Zona da Mata. 
A gerente do Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia da Universidade Federal de Juz de Fora (CRITT/UFJF), Débora Marques, apresentou as ferramentas da plataforma, que pode ser acessada através do link. “O principal objetivo do GDI é elevar a competitividade da Mata Mineira, a partir da aproximação do setor produtivo com os centros de geração de conhecimento, tecnologia e inovação, ou seja, propor estratégias para que esse desenvolvimento seja real”, disse Débora.
Para melhorar a estrutura do GDI, grupos temáticos foram criados para abranger todos os setores envolvidos nesta plataforma, como indústria, construção civil, energia, metal mecânica, alimentos e bebidas; turismo, através da gastronomia, do ecoturismo, do rural e do artístico-cultural; setor rural, com agroindústria, pecuária e agricultura; serviços, como comunicação, atividades imobiliárias e financeiras e logística; comércio, com o varejo e atacado; e tendências, nas economias criativa e solidária, sustentabilidade e tecnologia da informação, entre outras.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

FORÇA LOGÍSTICA: Diferença entre atacado e varejo

FORÇA LOGÍSTICA: Diferença entre atacado e varejo





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FORÇA LOGÍSTICA: Diferença entre atacado e varejo

Diferença entre atacado e varejo

Diferença entre atacado e varejo

A principal diferença entre varejo e atacado é o público-alvo para qual cada tipo de mercado está destinado.  
comércio varejista é o mais "comum" no cotidiano das pessoas, pois vende seus produtos para os consumidores finais. O varejo comercializa por unidades, definindo os preços com base na média oferecida pelo mercado local.
comércio atacadista, no entanto, destina a venda de seus produtos às pessoas jurídicas, ou seja, que tenham CNPJ, como as instituições, empresas, restaurantes, e os demais lojistas que trabalham no varejo.
Saiba mais sobre o significado de CNPJ.
O atacado oferece produtos em grandes quantidades e a preços menores, pois comercializam as mercadorias diretamente das fábricas. Para se ter uma ideia, os preços do atacado podem ser até 50% menores do que no varejo, isso devido a venda em grandes quantidades.
No varejo os preços são maiores, mas o consumidor final tem a possibilidade de fracionar o pagamento, através do parcelamento com cartão de crédito, por exemplo.
Exemplo: um determinado mercado varejista comprou 500 canetas numa loja de atacado por 50 centavos cada. Pedrinho precisa apenas de 2 canetas, portanto vai ao mercado e paga R$ 1 (um real) por cada.
Como o rapaz só precisava de 2 canetas, ele recorre ao comércio varejista, pois no atacado ele só teria a hipótese de adquirir um pacote com 500 canetas.
Diferença entre atacado e varejo está na categoria: Geral